DE OLHO NOS RECLAMES

Vamos ver o que os meninos andam fazendo…

Não deu tempo de tirar do papel…

Eram muitos planos ainda, mas infelizmente nem sempre sai tudo como planejamos.

Agora só fica alembrança boa de bons momentos e muitas histórias.

Saudades Bob…

Outubro 22, 2008 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | Sem comentários ainda

O consumidor confuso.

Preço é importante, mas o comprador se decide mesmo é por quem o consegue atrair com o melhor apelo publicitário, a propaganda mais bem feita e a melhor capacidade de se comunicar. Essa informação que saiu publicada no site www.mundodomarketing.com.br. reforça a necessidade das empresas de varejo trabalharem mais as suas marcas.

Já havia conversado sobre isso com o Mário Rodrigues, da Grupom, quando falávamos do “apagamento” dos nomes das empresas na cabeça do consumidor. Esse sumiço estaria sendo motivado pelas milhares de promoções que invandem as nossas telinhas aos gritos, com informações que nunca são assimiladas. O que o Mário havia constatado é que, o seu pesquisado externava a vontade de comprar determinado bem de consumo nos próximos meses, mas não sabia dizer o nome da loja de sua preferência para fazer aquela aquisição.

Agora dois estudiosos da matéria -Sérgio Nardi e Paulo Godoy- afirmam baseados em suas pesquisas publicadas no livro Marketing para o varejo de baixa renda (Ed. Novo Século) que as classes C, D e E avaliam o preço dos produtos como o mais importante para decidir a compra, mas no instante da decisão acabam motivadas pela propaganda.

O dado é do estudo que comparou a influência dos 4Ps entre consumidores de 20 a 45 anos, onde o preço atingiu 91,2% da preferência nacional e o aspecto determinante para decisão de compra é o desconto à vista com 34%, valor da prestação 28%, 25% forma de pagamento e apenas 14% próprio preço.

Sérgio Nardi, um dos autores do livro e diretor da Outstretch, empresa especializada em consultoria empresarial, explica que as campanhas promocionais fazem com que a percepção de juros baixos seja confundida com o valor da prestação. A pesquisa revelou também que cerca de 84% dos consumidores com renda mensal inferior a R$1.000 vão em busca de um novo produto. 48% porque o equipamento quebrou e 36% porque estava velho.

Na hora de pagar, mais de 50% dividem em mais parcelas e 45,3%, guardam o dinheiro antes da compra, para pagar uma entrada maior e diminuir o valor das prestações. Os hábitos destes consumidores já representam 87% da população do país, com quase 50% do consumo nacional.

Leia entrevista com os autores do livro Paulo Godoy e Sergio Nardi concedida ao Mundo do Marketing.

Setembro 18, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | Sem comentários ainda

Diretor de Arte para Fortaleza, precisa-se.

Gente fina…Quem souber de um Diretor de Arte de primeira linha, que trabalhe com plataforma Mac ou PC informe a esse blogueiro.

Um pessoal amigo meu de Fortaleza está precisando ampliar os negócios e deseja contratar já um Diretor de Arte, com experiência e capacidade de trabalho. Salário entre 3 e 3,5 mil reais, o que para o mercado do Ceará é um ótimo ganho. O resto se combina.

Comentem e me enviem sugestões de nome. Estou autorizado a negociar e entrevistar.

Setembro 8, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | 6 Comentários

A comunicação e o comunicado.

Impressionante a falta de comunicação da Prefeitura de Goiânia…Não sei se é problema de dinheiro, o rolo da licitação que não deslindou ainda ou a tradicional aversão do nosso alcaide à propaganda.

Desde a posse da atual administração, a Prefeitura ocupa espaços na mídia apenas para anunciar que será realizado Mutirão dia tal no bairro tal…E será inaugurado Asfalto tal no setor tal. Mais sem graça do que dançar com a irmã.

Não se vê uma campanha de valorização da cidade, de mobilização da sociedade em torno de um assunto que interesse a todos, ou, até mesmo um esforço de orientação e educação de trânsito, por exemplo, já que a imprensa caiu de pau em cima do tema nos últimos dias.

Acho que eles confundem comunicação com comunicado.

Agosto 31, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | Sem comentários ainda

SAFRA 2008. VAI FALTAR GENTE BOA!

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Ano que vem teremos campanha e propaganda eleitoral.
De acordo com o Anuário de Mídia, 180 municípios brasileiros (incluindo as 26 capitais) contam com geradoras de TV. Considerando, em média, três candidaturas a prefeito, serão 540 campanhas eleitorais que exigem uma estrutura mais complexa.  Isso sem falar naqueles municípios com mais de 60 mil eleitores, que mesmo não dispondo de geração de TV, necessitam da presença de uma campanha profissionalizada.
Vamos ao que interessa mais de perto: TV e Rádio. Cada campanha exige uma equipe com pelo menos 40 profissionais. E profissionais dos bons. Daqueles que estão dispostos a deixar o couro. Daqueles que pregam no peito o nome do candidato e carregam água no jacá para poder ganhar a eleição. A conta é fácil: 540 x 40 = 21.600 profissionais. É muita gente.
As funções têm seu preço e eles estão em uma tabela virtual, que não existe no papel. Mas há um acordo tácito quanto a esses valores. Então não adianta querer comer caviar a preço de churrasquinho de filé miau.
É preciso contratar desde os coordenadores até ao caboman, passando por jornalistas, publicitários, produtores, motoristas, maquiadores, eletricistas, contra-regra e até mesmo, se for o caso, um tradutor de linguagem de sinais para ficar no cantinho do vídeo.
Dos coordenadores (pelo menos 540) é exigido um perfil multidisciplinar, com compreensão de todas as ciências que formam o composto do Marketing Político: Sociologia, Pesquisas, Ciências Políticas, Psicologia das Massas, Comunicação, Jornalismo, TV, Rádio, Propaganda, Publicidade para citar as mais importantes delas.
Depois, em um organograma imaginário, temos os Editores de Texto, de Jornalismo e de TV, aqueles que fecham os  programas. Profissionais de perfil mais completo que precisam ter um olho no peixe e outro no gato. E que devem pensar e agir politicamente.
Aí chega a vez dos publicitários, dos jornalistas, dos repórteres que botam a cara no vídeo, dos apresentadores, locutores,  especialistas em computação gráfica, editores que fazem os computadores trabalhar. Tem o pessoal do rádio: locutores, repórter, operadores de áudio e mais uma ruma de gente. E como já disse e repito gente de primeira linha.
Ou seja. Pelas minhas contas e pelo que conheço do mercado, vai faltar profissional.
Então aqui vai um aviso aos senhores candidatos: tratem de arregimentar logo seu time, mantê-lo em fogo brando até o início da campanha. Assumam compromissos, que podem ser de prego batido e ponta virada, ou somente batendo o martelo desde que a palavra seja de honra.
Da minha parte estou reunindo gente. Conversando com uns e com outros nas duas pontas: o cliente e a equipe.
Vamos ver no que vai dar.

Agosto 29, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | 3 Comentários

O Silêncio dos Bons.

Comecei, pelos meus endereços de e-mail uma campanha contra a CPMF.

Inventada em 93 pelo bem intencionado Ministro Adib Jantene a contribuição provisória, apelidada de imposto do cheque, visava socorrer o combalido sistema de saúde do País. No princípio se cobrava 0,2% de cada cheque processado pelos bancos.

Passados 14 anos a alíquota aumentou para 0,38%. A saúde piorou de lá pra cá (é só abrir os jornais). O P de provisória virou P de permanente. A CPMF serve com dedo-duro para a Receita Federal. Arrecadou, ano passado 30 bilhões de reais. E foi incorporada ao caixa do governo, tornando-se indispensável para manter o “espetáculo do crescimento”.

Seu prazo de validade está vencendo e há uma briga de foice instalada no congresso. Parte dos parlamentares, fiéis ao governo, aprova de cara a prorrogação até 2011. Outra parte negocia para que os estados recebam um naco desse grande bolo. E um terceiro grupo quer o fim dessa aberração que é uma tributação dupla. Por exemplo: você paga a gasolina com cheque. Além de pagar todos os impostos embutidos no preço do combustível, ainda morre em 0,38% na hora em que seu cheque é compensado.

Acho que cada um deveria mandar um e-mail para o parlamentar em quem votou dizendo: SE VOCÊ VOTAR PELA CPMF, NÃO VOTO MAIS EM VOCÊ. E cumprir a promessa mostrando que não somos um bando de carneiros.

O  Martin Luther King disse uma vez: O que me preocupa não é o grito dos violentos, nem o barulho dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter ou dos sem-ética. O que me preocupa é o silêncio dos bons.”

P.S. Você encontra o endereço de todos os deputados e senadores nos sites: www.camara.gov.brwww.senado.gov.br. É só clicar e mandar seu protesto. 

Agosto 27, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | 1 Comentário

Contrato de Risco

Tem um redator no mercado que anda se comportando de maneira, no mínimo, estranha.

Ao ser desligado de uma agência local, e para se vingar de uma possível trama armada contra ele, riscou com um prego a pintura de três carros dos funcionários que ele acreditava fazer parte da turma que derrubou seu serviço…Riscou o carro da moça da mídia, da gerente operacional e de outro redator.

Comportamento arriscado. Se pegam ele no flagra como é que ia ser? Mas ele continua no mercado, fazendo boas peças, correndo atrás de prêmios e com um prego da mão, pronto para arranhar o carro do primeiro desafeto…

Coisa de louco…

Agosto 17, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | 3 Comentários

…Então dá pra ele!

Sam Walton, fundador do Wal-Mart inventou essa história de que o cliente sempre tem razão…Aliás, ele nem disse exatamente isso. Disse que devemos ter cortesia com o cliente, tratá-lo bem e respeitá-lo. Sob pena de perder esse cliente e nesse sentido seu discurso é bem claro.

Mas amar o cliente é outra coisa. Chega às raias do melodrama e do exagero.

Estou falando disso porque vi um outdoor na rua e fui ao endereço por pura curiosidade. Ou seja, a mensagem funcionou. Parabéns para o criador da peça.

O euamomeucliente.com.br é o site de uma agência. Seria ótimo se não fosse trágico.

Trágico porque sou cético em relação a um amor verdadeiro neste jogo de gata parida em que se transformou nosso mercado, ou mercado de Fortaleza, Recife, Salvador, Vitória, Curitiba e tantos outros fora do eixo São Paulo-Rio-BH…

Brasília não conta por que o que se conta lá é dinheiro.

Com todo respeito à agência detentora do site e da idéia…Mas declarar amor em público, num cartaz seis por nove é mais uma tentativa de aquecer uma relação que se deteriora a cada dia, e só mudará de rumo com uma repactuação de todos os atores envolvidos nesse drama de ódio enrustido.

Duvido que exista amor quando há subserviência. E as agências, em sua maioria são subservientes, pois têm medo de perder e macular a vaidade.

Duvido que exista amor quando o cliente dá um aperto na tabela,  chora por um precinho mais baratinho, chantageia para obter um fee deste tamanhinho.

Amor de verdade é parceria. É via de mão dupla.

Só vou acreditar nesse amor, de fato, quando chegar a ver um cliente, qualquer um, colocar em outdoor: euamominhaagencia.com.br.   

Agosto 15, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | 3 Comentários

Fora da Lei

Com a prática de fee, remuneração sobre faturamento, abatimento nas comissões, descontos absurdos nos preços e veículos com milhares de corretores nas ruas fazendo qualquer negócio com os clientes, vivemos um clima de fora da lei na propaganda goiana. Se fosse o velho oeste, estaríamos todos enforcados. Aliás, os donos de agência, em sua maioria, estão com a corda no pescoço. Exatamente por não entenderem que, a cada vez que se abaixam diante do cliente, mostram a bunda para o mercado.

Existem mais de 300 agências e eugências de propaganda em Goiânia. Sindicalizadas, cenpadas ou não. Todas elas queimando-se na fogueira das vaidades. Nove fora, aliás, oito fora, as que atenderam contas no Governo Marconi, o resto disputa as migalhas espalhadas pelos clientes, como se fossem pombos famintos atrás de milho.

Existem as exceções, como em toda regra.  O resto está na briga de foice.

Ligue você mesmo para cada uma delas agora e pergunte como estão as coisas. A resposta vai ser a mesma: “O mercado está uma merda”.

Mas vem cá: quem é o mercado? Quais os agentes que formam essa entidade soberana?  Somos nós, publicitários e publiciteiros, são os clientes, os veículos e fornecedores. Se estão todos insatisfeitos porque não resolver de uma vez por todas a questão? E resolver de uma forma simples: con-ver-san-do. É preciso um grande pacto entre os atores dessa comédia bufa que virou a propaganda goiana (aliás, essa situação se repete por grande parte do país). Um pacto sério, respeitando as leis, estabelecendo uma nova ética.

Tudo bem, dane-se a 4.680. Ninguém vai pagar o que ela manda. Mas é preciso estabelecer novos parâmetros. Uma regra única para ser jogada por todos.

ESSE ASSUNTO É LONGO DEMAIS PARA UM POST SÓ. DEPOIS A GENTE SE FALA.

Agosto 15, 2007 Publicado por Roberto Lima | Blogroll | | 1 Comentário